Como manter a segurança dos banhistas na sua piscina, neste verão?

A segurança nas piscinas é uma prioridade.E deve ser o acessório mais importante para quem pretende aproveitar ao máximo o verão. Atualmente, existem no mercado uma vasta oferta de produtos, acessórios e equipamentos para a garantir a segurança de todos os que escolhem a piscina para se divertirem nos dias mais quentes de verão, tais como

  1. Barreiras
  2. Coberturas
  3. Alarmes
  4. Presença de um adulto

A segurança nas piscinas, públicas ou privadas, deve ser encarada como uma prioridade. Deve ser o acessório mais importante e vital para quem pretende aproveitar ao máximo o verão. Assim, para reduzir os riscos de acidentes nunca é demais recordar algumas regras para que a piscina seja um lugar seguro. Tão seguro como qualquer outro espaço da sua casa. Todos sabemos que os acidentes podem acontecer em qualquer parte. Dentro de casa, no jardim, na rua e, principalmente, na piscina. Para garantir a segurança de todos, existem alguns equipamentos e procedimentos indispensáveis para que todos os veraneantes mergulhem em segurança.

#1 – Barreiras

As barreiras são um excelente dispositivo no que diz respeito à segurança nas piscinas. Apesar de não vedarem a 100% o acesso às crianças, são um obstáculo que reduz em grande medida os perigos de queda na piscina.

É recomendável a escolha de um modelo que se enquadre com o espaço envolvente, de modo a minimizar o impacto visual que, tantas vezes, transforma a piscina num espaço inestético.

#2 – Coberturas

Cobertura para piscina estore

A instalação de coberturas é outra solução que reduz, em larga escala, o risco de incidentes com crianças e adultos. Se optar por uma cobertura em estore ela deve estar preparada para suportar o peso de dois adultos.

No entanto, este tipo de cobertura não deve ser usada para brincadeiras, como correrias ou jogos. De maior complexidade e investimento, as coberturas telescópicas oferecem maior resistência, ao acesso das crianças. Isto, desde que as portas estejam devidamente encerradas e trancadas.

#3 – Alarmes

Há ainda os equipamentos eletrónicos que detetam automaticamente quedas na piscina, lançando um alarme audível a vários metros de distância. Programados para detetar quedas à água, estes sistemas mantêm a vigilância sobre as crianças, mesmo quando não está junto delas. A deteção eletrónica de impactos na piscina é talvez uma das formas mais seguras de garantir a segurança dos banhistas. Normalmente instalados na parede da piscina, um pouco abaixo da bordadura, estes sistemas estão preparados registar a queda à água de uma criança acima dos 8 quilos.

Após a deteção, emite um alarme junto piscina, na ordem dos 100 decibéis, e um outro alarme remoto, que acompanha os pais e que dispõe de um raio de ação de 30 metros. O seu raio de alcance é elevado, funcionando na perfeição em piscinas de grandes dimensões, na ordem dos 15 x 6 metros. Os sistemas tecnologicamente mais avançados dispõem, igualmente, de dispositivos que asseguram um elevado grau de infalibilidade, minimizando os falsos alarmes.

Os vários sensores permitem-lhe estabelecer a diferença entre uma queda real e uma qualquer normal perturbação na água: vento, chuva ou a própria oscilação criada pelo equipamento da piscina. Mesmo que não esteja em funcionamento, quando estiver a nadar dentro de água, o sistema ativa-se automaticamente poucos minutos depois de sair da piscina.

#4 – Presença de um adulto

Nunca deixe as crianças sozinhas junto da piscina. Na água, ou fora dela, deverá ser alvo de vigilância permanente.

Quando existem crianças na família, devemos redobrar as nossas atenções. Alguns procedimentos podem salvar uma vida:

  • Ensine a criança a ter comportamentos seguros dentro de água. Nunca nadar sozinho, nadar paralelamente à margem. Evitar brincadeiras perigosas, como submersão de outras crianças e empurrões, são alguns dos ensinamentos básicos.
  • As crianças devem usar sempre auxiliares de flutuação, do género braçadeiras ou coletes salva-vidas, devidamente ajustados ao seu corpo. No entanto, estes dispositivos não devem substituir a vigilância, dado que podem esvaziar-se em questão de segundos.
  • Quando a piscina não estiver a ser usada, remova os brinquedos de dentro de água e da zona envolvente. Porque podem atrair crianças para uma zona perigosa.
  • Os pais e adultos responsáveis pela vigilância da piscina devem frequentar cursos de primeiros-socorros. Em caso de acidente todos os segundos contam e nem sempre as equipas de emergência estão a uma distância razoável.

Nunca esquecer

Por mais sofisticados que sejam os sistemas de segurança, a maior e mais eficaz de todas as proteções é você mesmo. Nunca deixe as crianças sozinhas na zona da piscina e vigie atentamente as suas brincadeiras. Porque na piscina, como em qualquer outro lugar, os acidentes acontecem a qualquer momento.

Recomendações da APSI

A APSI, Associação para a Promoção da Segurança Infantil, é uma das organizações de referência na área da segurança, nomeadamente na segurança nas piscinas.

gurança nas piscinas.

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